quarta-feira, 21 de abril de 2010

O MOÍDO LANÇA MAIS UM CURTA


Novo Curta de Taciano Valério, será lançado nesta quarta – feira, dentro do Projeto Moído

Será lançado nesta quarta – feira, 21 de abril, dentro do Projeto Moído, o novo curta - metragem do realizador campinense Taciano Valério. O curta intitulado Bode Movie é uma ficção, com 11 minutos de duração, captado em HDV e conta a história de Paulinho que cuida de um curral de bode e tem um contato muito próximo com o “Pai de Chiqueiro” Bode Loiro. Um dia, Paulinho descobre que o patrão venderá o animal, então ele decide fugir com o Bode. O elenco conta com Bode Loiro, Jarrier Alves, Astier Basilio e David Sobel. A direção de fotografia é de Breno César e o som de Guga S. Rocha.
Taciano é psicólogo e realizador audiovisual, dentre seus trabalhos estão o premiadíssimo “O Buraco”, Cinderela, O Bolo e Banzo Analítico.
Além de Bode Movie, serão exibidos os curtas paraibanos: A Bolandeira, com direção de Vladimir Carvalho; e Passadouro, direção de Torquato Joel. Também será exibido o curta nacional Como se morre no Cinema , direção Luelane Corrêa.
O Projeto Moído acontece no Bronx Bar, a partir das 22h, com entrada gratuita. É uma realização da ONG Moinho de Cinema da Paraíba, que visa à difusão e acessibilidade da população ao audiovisual, além de transformar o curta – metragem em mais uma opção de lazer na noite campinense. A Fundação Sistêmica é parceira no projeto.
Sinopses:
Como se morre no Cinema
Direção: Luelane Corrêa
20 min, doc, 2002, cor
Memórias do papagaio que participou da filmagem do clássico "Vidas Secas", em 1962, quando atuou ao lado da cachorra Baleia.
A Bolandeira
Direção: Vladimir Carvalho
10 min, doc, 1969, P&B
No sertão da Paraíba, os engenhos construídos de madeira e acionados por tração animal, chamados de "bolandeiras", estão em irreversível decadência e falados a desaparecer substituídos pelos engenhos movidos a motor que melhor atendem à demanda do produto.
Passadouro
Direção: Torquato Joel
8 min, doc, 1999, cor
Os ciclos de ocupação humana em um lugar: as inscrições rupestres cristalizadas na paisagem como última memória de um povo extinto, o ritual de fim de tarde de um casal de idosos, e os novos tempos com outros hábitos e costumes trazidos pela parabólica.